Nosso site institucional foi publicado nesta última sexta-feira.
Agora todos poderão acompanhar as novidades sobre e-commerce, e ter um acesso mais claro sobre toda a empresa.
Acesse: http://www.liquidaweb.com.br/lojavirtual
segunda-feira, 14 de setembro de 2009
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009
Liquida Web atende novo segmento.
O ano de 2008 foi para nós um ano cheio de desafios e oportunidades. Neste ano tivemos um crescimento histórico em nossa atividade acima de 300%. E é com muita satisfação que comemoramos esta vitória e compartilhamos com todos nossos clientes e parceiros. Sem a sua colaboração não teríamos superado os obstáculos que nos foram impostos e aperfeiçoado nossa ferramenta de e-commerce.
Em 2009 faremos muito mais, com a sua participação é claro, que é fundamental nesse processo.
As empresas estão amadurecendo, com relação a internet/comércio eletrônico, isso sem dúvida alguma influencia em toda cadeia de serviços. Somos prova disso, neste ano que se passou atendemos os mais diversos segmentos, inclusive um que gostaria de citar: elaboramos e executamos o projeto de implantação da intranet/site de uma conceituada empresa de construção e topografia (Poligonal - Construção e topografia) Construção e Topografia.
Ou seja, empresários de todos os ramos de atuação estão voltando seus olhares para a internet. Queiram ou não, todos precisam estar com sua presença marcada na rede mundial dos computadores, ou estarão fadados ao esquecimento real e virtual.
Até a próxima.
Daiamon Bendo Paiva
Gerente de Projetos Web
LIQUIDA WEB
domingo, 1 de fevereiro de 2009
Por um comércio virtual sem barreiras
http://www.liquidaweb.com.br/
Os gastos por meio do comércio eletrônico, notadamente entre empresas e consumidores, vêm crescendo exponencialmente na América Latina. De acordo com o Boston Consulting Group e a Visa International, em 2010, mais de 23 bilhões de dólares serão gastos em compras pela internet. Trata-se de um número colossal se comparado com o início da década, quando as despesas por esse meio não alcançavam meio bilhão de dólares na região. Projeta-se expansão anual do setor em torno de 40% dentro de dois anos. Porém, há empecilhos para isso, sem contar a crise internacional, cujo ocaso ainda não está visível no poente.
Não vamos falar do temor à fraude na internet por conta da publicação de dados pessoais e tampouco da desconfiança dos meios de pagamento, como o cartão de crédito. Ou, ainda, do alto custo da entrega - que não é tanto assim em uma cidade como São Paulo, que consegue transformar o tempo realmente em dinheiro por conta das dificuldades de se locomover com um mínimo de conforto por suas ruas e avenidas. Pode-se até argumentar sobre experiências mal sucedidas no passado por conta de aquisições pelos consumidores de produtos pela internet.
O que importa é que o Brasil detém relevante participação no mercado de comércio eletrônico. Quase a metade do negócio realizado na América Latina é feita por aqui. Alguns dos motivos do vertiginoso crescimento do e-commerce no Brasil têm sido a facilidade de crédito, a queda dos preços dos computadores e o aumento do poder aquisitivo da população, em especial da classe C. A estabilidade econômica ajudou, a segurança eletrônica melhorou e o mercado diversificou-se. Novos modelos de negócios surgem aos borbotões, envolvendo uma série de setores econômicos que antes não imaginavam ter uma relação comercial com o consumidor pela web. Caso da indústria automotiva e das imobiliárias.
O mercado exige que um player atue nesse terreno porque os concorrentes estão se deslocando para lá (ou já estão lá) e os custos são mais baixos na venda direta pela internet - principalmente depois que a plataforma está em funcionamento. O sistema financeiro também contribui bastante para a implementação de ferramentas de pagamento eficazes quando os produtos são adquiridos pelos internautas.
A grande questão do comércio eletrônico, contudo, continua a ser o conhecimento do perfil do consumidor. E como alcançar todos eles. O modelo tradicional de negócio supera de longe no que se refere a atrair o consumidor. Na verdade, ninguém conhece ainda ao certo um padrão adequado de operar na internet. Aposta-se muito na interação, mas isso ainda é uma experiência. O indivíduo gosta de ser cativado, paparicado. A internet não descobriu como fazer esse mimo ao internauta. O e-consumidor continua muito suscetível.
Existe, inclusive, a questão da dificuldade de acesso e das barreiras tecnológicas e socioeconômicas. Não se pode (mais) pensar a internet como um instrumento de uso de uma minoria. Há quase 40 milhões de internautas no Brasil. Como somos 190 milhões de habitantes, o abismo é imenso.
No mercado eletrônico, desses 40 milhões, apenas 9,5 milhões são e-consumidores, segundo a e-bit. Do total de domicílios no País, somente 16,9% tem acesso à internet, de acordo com o PNAD. A faixa etária de consumo varia entre 25 e 49 anos - grupo que tem mais familiaridade com o meio.
Em 2009, há necessidade no Brasil de aumentar a abrangência da conexão rápida e a redução do custo da banda larga. Por outro lado, é preciso quebrar culturas, como achar (por desconhecimento) que é perda de tempo o processo de navegação na web, além da insegurança de ser vítima de crime digital.
É preciso, por fim, ampliar a interação entre aquele que faz a tecnologia e quem a adota como ferramenta de venda. O objetivo é instituir no País uma política de desenvolvimento consistente, de amplo alcance, para o estabelecimento de uma estrutura comum de informação sobre o usuário, suas necessidades, e como podemos contribuir para incluí-lo nesse novo sistema econômico. Sem distinções.
Fonte: IMASTERS
www.liquidaweb.com.br
Os gastos por meio do comércio eletrônico, notadamente entre empresas e consumidores, vêm crescendo exponencialmente na América Latina. De acordo com o Boston Consulting Group e a Visa International, em 2010, mais de 23 bilhões de dólares serão gastos em compras pela internet. Trata-se de um número colossal se comparado com o início da década, quando as despesas por esse meio não alcançavam meio bilhão de dólares na região. Projeta-se expansão anual do setor em torno de 40% dentro de dois anos. Porém, há empecilhos para isso, sem contar a crise internacional, cujo ocaso ainda não está visível no poente.
Não vamos falar do temor à fraude na internet por conta da publicação de dados pessoais e tampouco da desconfiança dos meios de pagamento, como o cartão de crédito. Ou, ainda, do alto custo da entrega - que não é tanto assim em uma cidade como São Paulo, que consegue transformar o tempo realmente em dinheiro por conta das dificuldades de se locomover com um mínimo de conforto por suas ruas e avenidas. Pode-se até argumentar sobre experiências mal sucedidas no passado por conta de aquisições pelos consumidores de produtos pela internet.
O que importa é que o Brasil detém relevante participação no mercado de comércio eletrônico. Quase a metade do negócio realizado na América Latina é feita por aqui. Alguns dos motivos do vertiginoso crescimento do e-commerce no Brasil têm sido a facilidade de crédito, a queda dos preços dos computadores e o aumento do poder aquisitivo da população, em especial da classe C. A estabilidade econômica ajudou, a segurança eletrônica melhorou e o mercado diversificou-se. Novos modelos de negócios surgem aos borbotões, envolvendo uma série de setores econômicos que antes não imaginavam ter uma relação comercial com o consumidor pela web. Caso da indústria automotiva e das imobiliárias.
O mercado exige que um player atue nesse terreno porque os concorrentes estão se deslocando para lá (ou já estão lá) e os custos são mais baixos na venda direta pela internet - principalmente depois que a plataforma está em funcionamento. O sistema financeiro também contribui bastante para a implementação de ferramentas de pagamento eficazes quando os produtos são adquiridos pelos internautas.
A grande questão do comércio eletrônico, contudo, continua a ser o conhecimento do perfil do consumidor. E como alcançar todos eles. O modelo tradicional de negócio supera de longe no que se refere a atrair o consumidor. Na verdade, ninguém conhece ainda ao certo um padrão adequado de operar na internet. Aposta-se muito na interação, mas isso ainda é uma experiência. O indivíduo gosta de ser cativado, paparicado. A internet não descobriu como fazer esse mimo ao internauta. O e-consumidor continua muito suscetível.
Existe, inclusive, a questão da dificuldade de acesso e das barreiras tecnológicas e socioeconômicas. Não se pode (mais) pensar a internet como um instrumento de uso de uma minoria. Há quase 40 milhões de internautas no Brasil. Como somos 190 milhões de habitantes, o abismo é imenso.
No mercado eletrônico, desses 40 milhões, apenas 9,5 milhões são e-consumidores, segundo a e-bit. Do total de domicílios no País, somente 16,9% tem acesso à internet, de acordo com o PNAD. A faixa etária de consumo varia entre 25 e 49 anos - grupo que tem mais familiaridade com o meio.
Em 2009, há necessidade no Brasil de aumentar a abrangência da conexão rápida e a redução do custo da banda larga. Por outro lado, é preciso quebrar culturas, como achar (por desconhecimento) que é perda de tempo o processo de navegação na web, além da insegurança de ser vítima de crime digital.
É preciso, por fim, ampliar a interação entre aquele que faz a tecnologia e quem a adota como ferramenta de venda. O objetivo é instituir no País uma política de desenvolvimento consistente, de amplo alcance, para o estabelecimento de uma estrutura comum de informação sobre o usuário, suas necessidades, e como podemos contribuir para incluí-lo nesse novo sistema econômico. Sem distinções.
Fonte: IMASTERS
www.liquidaweb.com.br
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Comércio Eletrônico,
comércio virtual
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